Obras da Praça Getúlio Vargas entram em fase de paisagismo histórico

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Segundo a Comunicação da Prefeitura de Nova Friburgo, a Fundação Dom João VI vai começar à execução das operações de supressão e destoca de espécies arbóreas no primeiro setor da Praça Getúlio Vargas. Ali as obras já estão em andamento.

Ao todo, serão removidos 11 indivíduos que não fazem parte do projeto original concebido por Glaziou

Entre eles as grevíleas (Grevillea robusta) localizadas na área do parque infantil.

Em substituição, serão plantadas novas mudas de Eucalyptus robusta nos locais previstos no Projeto de Paisagismo, disponível para consulta no site da Fundação – https://www.djoaovi.com/

Todas as atividades serão realizadas pela Secretaria Municipal do Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável (SEMADUS) e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

A intervenção integra as Diretrizes Paisagísticas da Praça Getúlio Vargas, que têm como objetivo a recuperação do Conjunto Arquitetônico e Paisagístico do local.

Ainda segundo a prefeitura, essas diretrizes fazem parte dos compromissos estabelecidos no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nº 002/2015, firmado entre a Prefeitura Municipal de Nova Friburgo e o Ministério Público Federal.

Os recursos destinados à execução do projeto são específicos ao TAC e não podem ser utilizados para outras finalidades municipais, estando integralmente comprometidos com o andamento das obras na Praça, reconhecida como patrimônio histórico.

Os serviços serão executados em três etapas, por setores, com a conclusão do último setor prevista para o fim de 2026.

1° SETOR –

No primeiro setor, já foram realizadas diversas etapas, como a implantação da infraestrutura elétrica para a nova iluminação, dos sistemas hidráulico e de drenagem, a instalação dos tentos dos novos canteiros ajardinados e a execução de parte do novo piso.

As próximas etapas incluem a instalação do novo mobiliário urbano — como postes, bancos e cestas de lixo — e a implantação do paisagismo, que contempla o plantio de espécies ornamentais destinadas a resgatar a perspectiva longitudinal do projeto original, além de valorizar ainda mais a beleza dos eucaliptos centenários.

Foto: Fundação DOm João VI/Arquivo